sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Desenhando _ Croquis

Cabaña para dos

Idéia pavilhionística - Etapa I

Idéia pavilhionística - Etapa II

Idéias para infláveis

Idéia pavilhionística - Etapa III

Idéia pavilhionística - Etapa IV

Idéia pavilhionística - Última etapa

Pavilhão realizado

E.A.

Tentativa de perspectiva

Inspiração Inhotim

Qual o limite da perspectiva?

René Magritte, Olho

O limite da perspectiva está nos olhos de quem vê.

Morte e vida de grandes cidades _ Jane Jacobs


Ela escreve sobre o papel benéfico das janelas das moradias, sobre os perigos do excesso de dinheiro para as construções e sobre os perigos da escassez de diversidades: essa é Jane Jacobs, escritora e ativista política norte-americana. Em sua obra Morte e vida de grandes cidadades, Jane Jacobs faz uma crítica bastante direta à miopia e arrogância que tem caracterizado boa parte do planejamento urbano do século. Desde sua primeira edição, em 1961, a obra tem sido referência para todos os interessados na área.

Jane Jacobs

Jacobs escreve sobre o que teoricamente torna as ruas seguras ou inseguras, sobre o que vem a ser um bairro e sua função dentro do organismo vivo que é a cidade, porque alguns deles se degradam enquanto outros se revitalizam.


Mais que um possível manual de soluções para os problemas urbanos da atualidade, o livro é, de fato, um sério convite à reflexão...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Disse que me disse _ João Filgueiras Lima

"O que não pode prevalecer são os modismos. Um prédio não foi feito para durar 2, 3 anos, mas pelo menos 20. Não pode fazer algo que daqui a 3 anos todo mundo vai achar que é uma besteira, que já passou, ficou anacrônico. " 

Raros são os arquitetos brasileiros que possuem o pensamento tão atemporal e tantas obras saídas de sua prancheta como João Filgueiras Lima, o Lelé. Carioca de nascimento, radicado em Salvador e atuante em todo o país, Lelé é o responsável por praticamente todos os projetos dos hospitais da Rede Sarah.
Sarah do Rio de Janeiro
Sarah do Rio de Janeiro
Participou como protagonista de um dos momentos mais importantes do modernismo brasileiro, o nascimento de Brasília, projetando, construindo e colaborando com outros arquitetos, como Oscar Niemeyer.

O arquiteto na construção de Brasília
Ele foi capaz de desenvolver ao longo de sua carreira uma obra única, mesmo no contexto internacional, extremamente ligada a aspectos básicos da construção: o clima, a pré-fabricação e o design. Lelé é mestre em aproveitar das condições do lugar para favorecer a iluminação e a ventilação dos espaços, priorizando ao máximo tudo o que pode ser natural. O resultado é uma notável melhoria de qualidade no tratamento e cura dos pacientes, com significativa redução dos índices de contaminação hospitalar.

Painel de Athos Bulcão


Sala de Reabilitação, Sarah de Brasília

Painel acústico de Athos Bulcão
No que diz respeito ao design, o artista Athos Bulcão é o autor das portas coloridas, equipamentos, azulejos e painéis de praticamente todas as obras do arquiteto Lelé.

João Filgueiras Lima, o Lelé




Aliando plasticidade e excelência técnica em sua obra, marcada pelo uso constante de componentes industrializados, Lelé mostra como é real o poder transformador da Arquitetura. 


"O projeto não se esgota na idéia inicial nem no desenvolvimento, só se conclui quando é habitado, só se consolida com o uso do espaço."

Fonte: Cynara Menezes -  O que é ser arquiteto: Memórias profissionais de Lelé ( João Filgueiras Lima)

Museu da Casa Brasileira

Um quebra-cabeça chamado Lelé